Na cozinha vegana, não há lugar para preconceito. Preto, branco, vermelho, azuqui, rajado ou fradinho, todo santo dia é dia de feijão na infatigável panela.
Na calada da noite, os grãos já descansam na panela imersos n’água. É o início do preparo da melhor refeição do mundo, o abençoado arroz e feijão.
Às 11h30 do dia seguinte, o ritual recomeça. Água novinha na panela, duas folhas de louro, sal, cominho, ervas frescas e os divinos grãos demolhados. A panela entra em ebulição e o perfume se espalha por todos os cantos da cozinha. É mais uma apetitosa refeição vegana que está a caminho.
Não importa a cor, o tamanho, se tem nome em português ou estrangeiro. Na refeição vegana, o sagrado feijão é um eterno companheiro.
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