Um ano sem precedentes para a aviação, com turbulências e mudanças de rota, muitas obrigatórias. Esse o balanço de 2020. Todos sentiram os impactos da pandemia da covid-19, ainda que alguns setores tenham conseguido faturar e até crescer no último ano da década, principalmente no segundo semestre. Resiliência, reinvenção e superação foram características comuns entre as empresas aéreas regulares, que tiveram de adotar protocolos sanitários mais rigorosos para a retomada, gradual, das atividades no Brasil e no mundo. Já a aviação de negócios reagiu bem e mais rapidamente às transformações, em razão sobretudo do menor volume de passageiros e da utilização de ambientes de acesso mais controlados, seja nos aeroportos, em solo e nas próprias aeronaves.
Nos últimos meses, observou-se um movimento mais acentuado no trade de aeronaves, o que…
